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Verdes são os campos, De cor de limão: Assim são os olhos Do meu coração. Campo, que te estendes Com verdura bela; Ovelhas, que nela Vosso p...
Rui Sousa,
ResponderEliminarPara já apenas um par de palavras, porque, afinal, este é o traço que mais parece importar: o Desenho.
Um dia escrevi sobre Escher o seguinte: incontornável no plano traçado da relatividade, da ilusão de óptica, da infindável releitura do mundo e das coisas, de uma visão virada à profundidade inesgotável do sentido das coisas. Eu falava, em síntese, da Relativity. Os desenhos do Rui têm tudo isto e se falo de Escher não o faço com intenção de o comparar a ele; faço-o com a intenção de nele lembrar o que tantos e tantos desenhadores perderam; mas que o Rui, individualizado pelas próprias mãos e uma visão de extenso alcance, aqui tão particularmente o recupera.
Um fascínio, esta capacidade de
(re)desenhar a (re)configuração do pensamento, Rui.
Aqui virei.
sandra costa
Excelentes!
ResponderEliminarDesenhas muito bem, mas confesso que embora lhes reconheça maior dificuldade na execução, prefiro os menos abstractos. Adorei o "Rosto".
Um abraço
Muito obrigado pelo primeiro comentário feito aos meus desenhos... quanto ao Escher é sem dúvida um dos maiores nomes do desenho de todos os tempos... eu ainda estou muito longe!
ResponderEliminarMuito obrigado pelo comentário... quanto à maior ou menor dificuldade na execução dos desenhos, se reparares no pormenor de um dos rostos, verificas que alguns desses rostos são aqueles em que mais tenho de me empenhar... mas faço-o sempre com muito prazer.
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