quarta-feira, 10 de maio de 2006

enquadramento

1 comentário:

  1. Rui,

    Deito os meus olhos sobre a (in)visibilidade das suas mãos e inclino a ausência de uma sabedoria minha capaz de ver, provam-no estes desenhos, tão longe quanto a sua.
    Eu escrevê-lo-ei no Tubo de Ensaio, impossível esquecer de o fazer, mas obriga-me a qualidade do grande criador que o habita, Rui, que primeiro o faça demoradamente no pensamento e, de seguida, então o escreva dos dedos incapazes das minhas mãos.
    O Rui desenha a ilusão para lá da ilusão e que grande o quero quando destes desenhos falar no Tubo de Ensaio. Razões e muitas me têm obrigado a adiar um tempo exigente para dedicar, num texto, a este espaço.
    Muito obrigada por ter ligado, daqui, o local onde eu tento dolorosamente escrever o que nos desenhos se diz mais. Nos desenhos como estes. Quanta honra.

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rosto e folhas...